F1: Alpine contesta punição de Gasly em Mônaco e critica decisão da FIA

A punição de Gasly em Mônaco continua gerando debate nos bastidores da Fórmula 1 após o encerramento da corrida nas ruas do Principado.

Embora o resultado final já esteja definido, a equipe francesa não esconde a insatisfação com o desfecho do caso e promete seguir questionando a interpretação adotada pelos comissários.

O episódio se tornou um dos assuntos mais comentados do GP de Mônaco, especialmente porque envolveu um piloto que havia conquistado uma posição importante na prova. Além disso, a Alpine acredita que existem elementos suficientes para justificar uma reavaliação da decisão tomada pela FIA.

Alpine questiona penalidade aplicada ao piloto francês

Durante a corrida, Pierre Gasly foi um dos pilotos investigados por supostamente exceder o limite de velocidade permitido no pit lane. Como consequência, recebeu penalizações que acabaram comprometendo diretamente seu resultado final.

Segundo a direção da prova, o francês teria ultrapassado o limite regulamentar em duas ocasiões distintas. Por isso, os comissários determinaram punições que resultaram em um acréscimo total de tempo ao final da corrida.

Apesar da decisão oficial, a Alpine discorda da interpretação adotada pelos fiscais e entende que o piloto seguiu corretamente os procedimentos exigidos durante suas passagens pelos boxes.

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Enquanto isso, Briatore aponta possível falha no sistema

Flavio Briatore, uma das principais figuras da equipe Alpine, foi enfático ao comentar o caso. Para o dirigente italiano, não havia justificativa suficiente para penalizar Gasly.

Além disso, Briatore destacou que o piloto confirmou ter utilizado normalmente o limitador de velocidade dos boxes, equipamento obrigatório para evitar infrações desse tipo.

Diante desse cenário, o dirigente levantou a hipótese de que os sensores responsáveis pelo monitoramento da velocidade possam ter apresentado alguma inconsistência durante o evento.

Segundo ele, o fato de diversos competidores terem sido penalizados pelo mesmo motivo reforça a necessidade de uma análise mais profunda dos sistemas utilizados pela FIA.

Várias equipes enfrentaram problemas semelhantes em Mônaco

O GP de Mônaco registrou um número incomum de punições relacionadas ao limite de velocidade nos boxes.

Entre os pilotos penalizados estiveram nomes importantes do grid, como Lewis Hamilton, George Russell, Oscar Piastri, Pierre Gasly e Franco Colapinto.

No entanto, alguns competidores conseguiram minimizar os impactos da sanção ao cumprir a penalidade durante períodos favoráveis da corrida, como intervenções do safety-car.

A situação da Alpine foi diferente. Como a equipe optou por não realizar a estratégia de cumprimento imediato da punição, o impacto no resultado acabou sendo significativamente maior.

Resultado expressivo acabou comprometido após decisão dos comissários

Antes da aplicação definitiva das penalidades, Gasly havia construído uma corrida sólida e aparecia entre os melhores colocados da prova.

O francês cruzou a linha de chegada ocupando a terceira posição na classificação da pista, resultado que representaria um dos melhores desempenhos da Alpine na temporada de 2026.

Contudo, com a soma das sanções impostas pelos comissários, o piloto perdeu posições importantes e terminou apenas em sétimo lugar na classificação oficial.

A mudança teve impacto direto tanto na pontuação do campeonato quanto nos planos da equipe para a sequência da temporada.

Alpine pede revisão e mantém pressão sobre a FIA

Mesmo após o encerramento da etapa, a Alpine segue defendendo uma revisão do caso. A equipe acredita que o número elevado de punições semelhantes durante o fim de semana pode indicar um problema mais amplo que merece investigação.

Além disso, os dirigentes argumentam que situações como essa precisam ser analisadas com máxima precisão, principalmente quando influenciam diretamente o resultado esportivo de uma corrida.

A punição de Gasly em Mônaco segue sendo motivo de forte discordância dentro da Alpine. Enquanto a FIA mantém a decisão tomada pelos comissários, a equipe francesa insiste que o piloto cumpriu corretamente os procedimentos nos boxes e cobra uma revisão mais detalhada do episódio.

O caso agora aumenta a pressão sobre a entidade para esclarecer definitivamente o que aconteceu durante uma das corridas mais controversas da temporada.

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