As motos que não precisam de CNH A vêm ganhando espaço como alternativa barata e prática para o dia a dia.

Na verdade, esses modelos exigem apenas a ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores), um processo mais simples e rápido.

Para quem quer fugir de custo alto e burocracia, esse tipo de moto faz bastante sentido, principalmente no uso urbano.

Logo abaixo, o Portal Sua Rotina traz diversas alternativas interessante para você. Acompanhe e escolha a sua!

O que define um ciclomotor

Antes de escolher, é importante entender o que entra nessa categoria.

Os ciclomotores são veículos de até 50 cilindradas (ou até 4 kW nos elétricos), com velocidade limitada a 50 km/h.

Essa limitação é justamente o que permite rodar com ACC, sem precisar da CNH categoria A.

Na prática, são motos voltadas para trajetos curtos, com foco em economia e simplicidade.

Foto: Raoni Alves / g1 Rio

4 motos baratas que não exigem CNH A

Abaixo estão alguns dos modelos mais populares e acessíveis do mercado.

Shineray Jet 50S

Uma das mais conhecidas do segmento. Tem visual inspirado na Biz e proposta urbana clara.

Shineray Jet 50S – Foto: divulgação

Motor de 49 cc, potência de 2,7 cv e câmbio semiautomático de 4 marchas. Conta com partida elétrica e pedal.

Preço médio: R$ 10.590

Shineray Phoenix S EFI

Aqui o destaque é a economia de combustível graças à injeção eletrônica.

Motor de 47,6 cc, também com 2,7 cv, e câmbio rotativo de 4 marchas. É simples, mas eficiente para o dia a dia.

Preço médio: R$ 9.990

Watts WS50

Modelo elétrico voltado para quem quer custo baixo de uso.

Watts WS50 – Foto: divulgação

Tem motor de 1.000 W, velocidade de até 32 km/h e autonomia de cerca de 50 km. É silenciosa e não emite poluentes.

Preço médio: R$ 12.990

Bull F5 Plus NG

Opção mais completa dentro da categoria.

Motor de 48,7 cc com 3,5 cv, câmbio semiautomático, freio a disco e painel digital. Entrega mais equipamentos que as rivais.

Preço médio: abaixo de R$ 13 mil

Vale a pena escolher um ciclomotor?

Depende do uso.

Para quem precisa rodar pouco, economizar combustível e fugir da burocracia da CNH A, faz bastante sentido.

Por outro lado, existem limitações claras: velocidade baixa, menos conforto e pouca capacidade para rodar em vias rápidas.

Como tirar a ACC

O processo é mais simples que o da CNH tradicional.

Você precisa se matricular em um CFC, fazer exame médico e psicológico, cumprir aulas teóricas e práticas e passar na prova final.

A carga horária é menor e o custo também costuma ser mais baixo.

Uma vez que você já conhece as motos que não precisam de CNH, o Portal Sua Rotina quer saber: pretende comprar um modelo? Qual é a melhor alternativa? Comente!


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