O ranking de motos mais vendidas até 25 de abril de 2026 confirma o domínio das motos de baixa cilindrada, com forte presença da Honda no topo e retração generalizada em relação a março.
Logo abaixo, o Portal Sua Rotina traz todos os detalhes. Acompanhe!
Motos mais vendidas do Brasil: confira o top 20
Abaixo, o top 20 com posição, modelo e volume vendido no mês:
- Honda CG 160 — 36.825 unidades
- Honda Pop 110i — 18.368 unidades
- Honda Biz — 18.323 unidades
- Honda NXR 160 Bros — 13.504 unidades
- Mottu Sport 110i — 8.120 unidades
- Yamaha YBR 150 — 5.196 unidades
- Honda CB 300F Twister — 4.661 unidades
- Honda XRE 190 — 3.961 unidades
- Honda PCX 160 — 3.722 unidades
- Yamaha Fazer 250 — 3.098 unidades
- Shineray SHI 125 — 3.095 unidades
- Honda XRE 300 — 3.029 unidades
- Yamaha XTZ 250 Lander — 3.001 unidades
- Yamaha Fazer 150 — 2.608 unidades
- Honda Elite 125 — 2.061 unidades
- Shineray SHI 175 — 2.017 unidades
- Yamaha Crosser 150 — 1.863 unidades
- Yamaha Aerox 160 — 1.768 unidades
- Yamaha NMAX — 1.534 unidades
- Honda ADV 160 — 1.391 unidades

O destaque continua sendo a liderança isolada da CG 160, com ampla vantagem sobre as demais, enquanto o restante do ranking mostra forte concentração em modelos urbanos e de baixo custo.
O que explica o crescimento da Honda no Brasil
O crescimento da Honda no Brasil não acontece por acaso. Ele é resultado de uma combinação de fatores que vão desde estratégia de produto até presença no dia a dia do consumidor.
O primeiro ponto está no portfólio.
A Honda domina justamente as categorias mais relevantes do mercado: motos de baixa cilindrada. Modelos como CG 160, Biz e Pop 110i atendem exatamente o que o brasileiro mais procura hoje: economia, robustez e facilidade de uso.

Em um cenário onde a moto virou ferramenta de trabalho, principalmente em delivery e deslocamento urbano, isso pesa muito.
Rede de concessionária também pesa a favor da Honda
Outro fator decisivo é a rede de concessionárias. A marca tem presença praticamente nacional, o que facilita compra, manutenção e revenda.
Isso reduz o risco para quem compra e aumenta a confiança no produto. Na prática, o consumidor sabe que não vai ficar na mão.
A confiabilidade mecânica também entra forte nessa conta. As motos da Honda têm histórico de baixa manutenção e alta durabilidade.
Isso impacta diretamente no custo total de uso, que é um dos principais critérios de compra no Brasil.
Além disso, a marca consegue equilibrar bem preço e valor percebido. Mesmo quando não é a mais barata, entrega um conjunto que o consumidor já conhece e confia. Isso mantém a demanda alta, mesmo com concorrência crescente.
Por fim, existe um fator cultural. A Honda construiu ao longo dos anos uma imagem sólida no país. Para muitos consumidores, especialmente os de primeira moto, ela continua sendo a escolha “segura”.
Somando produto certo, presença forte e reputação consolidada, o resultado aparece direto nos números de vendas.
E você, como avalia o sucesso da Honda no mercado brasileiro? Comente!


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