A Mottu prepara uma movimentação estratégica audaciosa que promete redefinir os rumos do setor de duas rodas no Brasil até o final de 2026. A companhia, que já transformou a logística urbana nacional, planeja agora passos ainda maiores dentro de suas linhas de montagem.
No entanto, o que exatamente aguarda os brasileiros nos próximos meses permanece sob sigilo, despertando a curiosidade de especialistas e profissionais do setor.
Engrenagem amazônica: A explosão industrial da fabricante

A princípio, o crescimento da empresa no Polo Industrial de Manaus (PIM) impressiona pela velocidade e solidez. Desde que iniciou as operações em 2022, a fabricante expande sua infraestrutura de forma agressiva para atender à demanda crescente.
Além desse avanço físico, o impacto social na região é notável. Enquanto em seu primeiro ano a unidade operava com apenas 70 colaboradores, atualmente a planta emprega 513 profissionais, entre postos diretos e indiretos.
Dessa forma, a capacidade produtiva acompanhou o aumento do quadro de pessoal. Se no início a marca montou 8 mil motocicletas, hoje o cenário é completamente diferente. Por exemplo, a meta para este ciclo anual projeta um salto histórico para 110 mil unidades produzidas.
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Nesse sentido, um dos anúncios mais aguardados pela indústria confirmou a chegada de novas máquinas ao catálogo produtivo até agosto de 2026. Todavia, a diretoria mantém as especificações técnicas e a cilindrada desses veículos guardadas a sete chaves.
Atualmente, a operação utiliza principalmente o modelo Sport 110i, de origem indiana, como pilar de seus serviços. Afinal, essa motocicleta consolidou a aceitação da marca entre os entregadores que dependem da locação diária para trabalhar.
Por sua vez, a diversificação do portfólio sugere que a fabricante deseja conquistar novos perfis de usuários. Sob o mesmo ponto de vista, essa expansão industrial reforça a autonomia da marca frente aos modelos tradicionais de venda direta ao consumidor.
Império sobre duas rodas: A força imparável da locação
Inclusive, os números de mercado comprovam que a estratégia de foco exclusivo no aluguel gera resultados massivos. Hoje, a frota em circulação pelo Brasil já soma 198 mil motocicletas alugadas, cobrindo todas as capitais do país.
Desse modo, a presença da marca nos rankings oficiais de emplacamento reflete esse domínio. Em abril de 2026, a empresa conquistou a quinta posição nacional segundo dados da Fenabrave, ao registrar 9.764 unidades emplacadas em apenas 30 dias.
Em resumo, a companhia quase atingiu a marca de 100 mil motos emplacadas em 2025, faltando apenas 500 unidades para bater o recorde. Consequentemente, o mercado aguarda agora os detalhes dos novos lançamentos, que devem impulsionar esses números para um patamar inédito na mobilidade urbana.
O futuro da mobilidade brasileira
O planejamento da marca para 2026 demonstra que o setor de locação ainda possui um vasto campo de crescimento. Com novos modelos e uma produção que dobra a cada ciclo, a fabricante consolida sua posição como uma das gigantes da indústria nacional de motocicletas.





