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Novas regras de eficiência energética para geladeiras em 2026; entenda!

A classificação de eficiência energética para geladeiras e freezers será reformulada a partir de 2026.

A mudança reduz o número de selos disponíveis e altera a nomenclatura usada nas etiquetas, tornando o entendimento mais simples para o consumidor.

Assim, a atualização busca facilitar a escolha dos aparelhos e estimular o uso de produtos mais econômicos. A mudança faz parte de um projeto iniciado em 2021, com ações previstas até 2030.

Logo abaixo, o Portal Sua Rotina explica todos os detalhes sobre as novas regras de eficiência energética para geladeiras em 2026. Acompanhe!

Como serão as novas regras de eficiência energética para geladeiras

A partir de 2026, os selos passam a ter apenas três categorias: A, B e C. Antes, o sistema utilizava seis níveis: A+++, A++, A+, A, B e C.

Segundo o Inmetro, essa simplificação ajuda o consumidor a identificar rapidamente o nível de eficiência do produto.

O objetivo é reduzir o consumo de energia no país e, consequentemente, diminuir o valor da conta de luz ao longo do tempo.

Por que o selo vai mudar

A revisão das regras foi discutida entre o Inmetro e fabricantes representados pela Eletros.

Atualmente, a tabela pode causar dúvidas, já que os níveis mais eficientes variam de A+++ a A, seguidos por B, C, D e E.

Com as novas normas, produtos menos eficientes deixaram de ser fabricados no fim de 2024 e poderão ser vendidos até o final de 2025.

Depois disso, somente as categorias A, B e C permanecerão disponíveis nas lojas.

Comparação com padrões internacionais

O Inmetro afirma que o Brasil estava defasado em relação às práticas adotadas em outros países.

A meta é que, até 2030, as geladeiras comercializadas no Brasil apresentem níveis de eficiência próximos aos da União Europeia.

Segundo a Eletros, a indústria já se adequou às novas exigências, após investimentos tecnológicos e ajustes estruturais.

O que muda em 2026 com as novas regras de eficiência energética para geladeiras

A partir da nova regra, a classificação será reorganizada da seguinte forma:

  • Produtos A+++ e A++ se tornam A
  • Produtos A+ e A passam a ser B
  • Produtos B passam a ser C
  • Categorias D e E deixam de existir

Com isso, a tabela fica mais enxuta e fácil de interpretar.

O que muda em 2030

Uma nova reclassificação será aplicada em 2030, aproximando ainda mais o padrão brasileiro do europeu. Nessa etapa:

  • Etiquetas A e B serão consideradas as mais eficientes
  • Etiqueta C será a menos eficiente, equivalendo aos níveis A++ ou A+ atuais.

A transição é gradual para que consumidores e fabricantes se adaptem às novas exigências.

O que é eficiência energética

Eficiência energética é a capacidade de um produto realizar sua função consumindo menos energia do que outros modelos semelhantes.

Por isso, aparelhos com melhor classificação podem custar mais, mas reduzem despesas na conta de luz a longo prazo.

O cálculo leva em conta fatores como capacidade do refrigerador, tamanho do freezer e desempenho geral.

Hoje, para obter o selo A, é necessário alcançar cerca de 85,5% de eficiência. Em 2030, esse índice deve chegar a 90%.

Por que as novas regras de eficiência energética para geladeiras importam?

Quanto maior o nível de eficiência energética, menor o consumo de eletricidade. As etiquetas ajudam o consumidor a entender essa relação, indicando quais modelos são mais econômicos.

A classificação atual existia desde 2006 e recebeu uma atualização em 2021, quando foram incluídas as faixas A+++, A++ e A+.

Desde então, fabricantes têm investido na melhoria dos equipamentos para atender às novas exigências.

Você acha que a nova classificação vai facilitar a escolha de geladeiras e freezers? Conte sua opinião nos comentários!

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