A discussão sobre a cor de 2026 ganhou força após duas escolhas que caminham em direções opostas. Logo no início do debate, a palavra-chave cor mais influente de 2026 começou a circular devido ao contraste entre as previsões da Pantone e da WGSN.
Enquanto a Pantone optou por um tom off-white, a WGSN apresentou um verde azulado com apelo emocional, que rapidamente chamou a atenção de quem acompanha tendências.
Assim, o tema se tornou central entre profissionais de moda, design e comportamento. Logo abaixo, o Portal Sua Rotina traz todos os detalhes. Acompanhe!
Escolha da cor do ano
O Transformative Teal foi apontado pela WGSN como a principal aposta cromática para o ano. A instituição, conhecida por antecipar movimentos globais de consumo, definiu o tom como uma fusão aquática entre azul e verde.
Além disso, reforçou que a escolha nasce de um momento de redirecionamento, em que cresce a busca por responsabilidade ecológica.
Segundo a WGSN, essa mudança afetará tanto o comportamento do consumidor quanto os processos de produção.
Dessa forma, escolhas de cores passam a refletir expectativas futuras, alinhando estética e propósito.
O Transformative Teal, portanto, simboliza um caminho mais expressivo e emocional para 2026.

Verde azulado em alta
Antes mesmo da projeção oficial, algumas marcas já exploravam a família dos verdes azulados em bolsas, calçados e acessórios.
Etiquetas como Jacquemus, Ferragamo e Loewe vinham apresentando variações do tom, que agora ganha status de evolução natural dentro da paleta contemporânea.
Vibrante o suficiente para o verão e profundo para o inverno, o teal se mostra versátil.
Além disso, combinações entre azul e verde criam composições neutras e conectadas ao perfil de consumidores mais atentos à sustentabilidade.
O tom remete ao oceano, evocando frescor, mas também dialoga com a natureza, trazendo suavidade para um público que busca desacelerar.
Essa junção explica por que o verde azulado deve aparecer em tricôs, alfaiataria leve, vestidos de festa e casacos volumosos em 2026.
A cor também marcou presença nas coleções de Miu Miu, Fendi, Negris Lebrum e Chloé, que apostaram na tonalidade para o próximo ano.
Já em 2024, a estilista brasileira Patricia Bonaldi destacou o tom em dois vestidos do desfile Femme Frames, integrante do calendário oficial da New York Fashion Week.
Logo abaixo, você confere mais detalhes sobre verde azulada. É só dar o play:
Entenda a polêmica em torno da cor do ano
Enquanto o teal ganhava destaque, a Pantone enfrentava críticas por anunciar Cloud Dancer como cor do ano de 2026.
O tom off-white foi apresentado como uma proposta leve, capaz de transitar entre moda, design e tecnologia. No entanto, a escolha dividiu opiniões.
Muitos internautas interpretaram a cor como um gesto desconectado do momento social e político vivido nos Estados Unidos. Para parte do público, Cloud Dancer soou “distópica”, especialmente diante de debates urgentes que atravessam o país.
Além disso, surgiram comparações com a controvérsia envolvendo um anúncio de Sydney Sweeney para a American Eagle, no qual a palavra “genes” gerou discussões sobre possíveis conotações ligadas à eugenia.
A reação levou até mesmo a revista Essence a lançar sua própria cor do ano, chamada Black Excellence.
A proposta busca celebrar força, ancestralidade, sabedoria e inovação de mulheres afro-americanas, criando um contraponto simbólico à escolha da Pantone.
Como vimos acima, a disputa entre Cloud Dancer e Transformative Teal mostra como a cor mais influente de 2026 vai além da estética.
Ela reflete debates sociais, expectativas emocionais e a busca por equilíbrio em um mundo acelerado.
De um lado, há o desejo por calma; de outro, a vontade de mudança. E é justamente essa contraposição que torna a discussão tão relevante para quem acompanha tendências.
E você, acredita que o verde azulado realmente representa 2026? Ou considera que a escolha da Pantone faz mais sentido para o momento atual? Comente!






