O mercado de motos de baixa e média cilindrada entrou em modo ofensivo.
Honda e Yamaha colocaram condições agressivas no ar e passaram a pressionar diretamente as concorrentes com parcelas que giram na casa dos R$ 300 a R$ 360.
De um lado, a líder absoluta CG 160. Do outro, a scooter híbrida da Yamaha tentando ganhar espaço. O foco é claro: facilitar o acesso e manter o ritmo de vendas aquecido.
CG 160 Start com parcelas de R$ 309
A versão Start é a porta de entrada da família CG 160.
No plano de 80 parcelas, o valor mensal fica em R$ 309,47 sem seguro. Com seguro incluso, a parcela sobe para R$ 316,61.
É a opção mais acessível da linha, mantendo o motor 160 cm³, câmbio de cinco marchas e a proposta de economia para o uso diário.
Para quem precisa de mobilidade simples e custo controlado, é a porta de entrada da Honda.

CG 160 Fan com parcelas de R$ 337
A CG 160 Fan também aparece nas mesmas 80 parcelas, mas com valor mensal de R$ 337,72 sem seguro. Com seguro incluso, a parcela é de R$ 345,52.
A Fan agrega mais itens em relação à Start e é tradicionalmente uma das versões mais procuradas da linha. Fica no meio-termo entre custo e equipamentos, mantendo o mesmo conjunto mecânico confiável da família CG.
Yamaha Fluo Hybrid ABS a partir de R$ 325,90
Do lado da Yamaha, a ofensiva vem com a Fluo Hybrid ABS. No consórcio Yamaha, as parcelas partem de R$ 325,90 em 80 vezes.
A scooter traz motor com sistema híbrido leve com Power Assist.
O sistema auxilia durante a partida e em momentos de maior demanda, entregando potência adicional e reduzindo a sobrecarga do motor principal.
O objetivo é melhorar desempenho e eficiência energética no uso urbano.
A Fluo aposta em um público que busca praticidade, câmbio automático e tecnologia embarcada, enquanto a CG mantém a força da tradição e da mecânica simples.

Disputa direta no bolso do consumidor
Com parcelas entre R$ 309 e R$ 345 na Honda, e R$ 325 na Yamaha, a briga sai da ficha técnica e vai direto para o orçamento mensal do cliente.
Em um cenário de crédito mais seletivo, ofertas nesse patamar funcionam como gatilho de decisão. Quem precisa trabalhar, se deslocar ou trocar de moto encontra opções competitivas nas duas marcas.
A disputa agora não é apenas por desempenho. É por parcela. E nisso, Honda e Yamaha deixaram claro que não pretendem dar espaço para as rivais.
E para você, qual é a melhor oferta do mercado brasileiro? Comente e compartilhe a sua opinião.


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