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5 erros que podem sair caros na compra do ar-condicionado

O ar-condicionado deixou de ser um item de luxo e se tornou essencial na rotina dos brasileiros, especialmente com o aumento constante das temperaturas.

No entanto, quem pretende climatizar uma casa ou empresa precisa ter atenção redobrada no momento da compra.

Além de saber o que fazer, é fundamental entender o que não fazer para evitar gastos desnecessários, baixo desempenho e dores de cabeça no futuro.

A seguir, o Portal Sua Rotina traz os principais erros ao comprar um ar-condicionado e como evitá-los.

Quais são os erros que não devemos cometer ao comprar um ar-condicionado?

1. Dimensionar mal a potência do ar-condicionado

Um dos erros mais comuns está no dimensionamento incorreto do aparelho. A potência do ar-condicionado é medida em BTU/h (British Thermal Units), que indicam a capacidade de refrigeração do equipamento.

Quando o aparelho tem potência acima do necessário, o ambiente pode ficar frio demais, causando desconforto e desperdício de energia.

Já um modelo com BTU insuficiente não consegue climatizar o espaço adequadamente, trabalhando no limite e consumindo mais.

Para evitar esse problema, é essencial calcular corretamente a potência ideal, levando em conta o tamanho do ambiente, incidência de sol, quantidade de pessoas e equipamentos no local.

2. Não considerar o local de instalação

O local onde o ar-condicionado será instalado influencia diretamente no desempenho e no consumo de energia.

O ideal é que a unidade fique em um espaço bem ventilado e protegido do sol direto, evitando sobrecarga térmica.

No caso de aparelhos de janela ou modelos Split, também é importante verificar as regras do condomínio ou do imóvel.

Muitos prédios possuem restrições quanto a alterações na fachada, o que pode inviabilizar a instalação após a compra.

3. Ignorar a rede elétrica do imóvel

Grande parte dos aparelhos de ar-condicionado opera em 220V, o que exige uma rede elétrica compatível.

Comprar o equipamento sem verificar essa condição pode resultar em mau funcionamento, quedas de energia ou até na queima do aparelho.

Antes da compra do aparelho para o verão, o ideal é que um eletricista avalie a rede elétrica, verificando disjuntores, fiação e capacidade de carga. Esse cuidado evita prejuízos e garante segurança.

4. Escolher apenas pelo preço

Optar pelo modelo mais barato sem analisar os benefícios é outro erro frequente. Embora o valor inicial seja menor, aparelhos menos eficientes tendem a consumir mais energia ao longo do tempo.

Modelos como o Split Inverter, por exemplo, podem custar mais na compra, mas oferecem economia significativa na conta de luz, chegando a consumir até 60% menos energia do que modelos convencionais.

Nesse caso, o investimento inicial maior se paga no médio e longo prazo.

5. Não planejar a posição interna do aparelho

Embora não seja um item decorativo, o ar-condicionado precisa estar bem posicionado dentro do ambiente.

Muitos consumidores tentam “escondê-lo” atrás de móveis, cortinas ou elementos decorativos, prejudicando a circulação do ar.

Quando o fluxo de ar é bloqueado, a eficiência do aparelho cai, o consumo aumenta e o ambiente demora mais para atingir a temperatura desejada. Por isso, o local de instalação interna deve ser pensado antes mesmo da compra.

Evitar esses erros é o primeiro passo para garantir conforto térmico, economia de energia e um bom desempenho do equipamento.

Aprender com experiências anteriores ajuda a fazer uma escolha mais consciente e acertada na hora de comprar o ar-condicionado.

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