Notícias de motos 2026: testes, lançamentos, preços e novidades https://portalsuarotina.com/category/noticias-de-moto/ Motociclismo Online: guia de compras, preços, testes e lançamentos Thu, 11 Jun 2026 14:23:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://portalsuarotina.com/wp-content/uploads/2025/07/Design-sem-nome-1.png Notícias de motos 2026: testes, lançamentos, preços e novidades https://portalsuarotina.com/category/noticias-de-moto/ 32 32 Yamaha R6 ganha motor 2 tempos e vira uma das motos mais radicais já criadas https://portalsuarotina.com/yamaha-r6-ganha-motor-2-tempos-e-vira-uma-das-motos-mais-radicais-ja-criadas/ https://portalsuarotina.com/yamaha-r6-ganha-motor-2-tempos-e-vira-uma-das-motos-mais-radicais-ja-criadas/#respond Thu, 11 Jun 2026 15:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20589 A Yamaha R6 voltou aos holofotes em uma transformação que desafia os padrões da indústria e reacende a paixão dos fãs das motos esportivas mais extremas. O projeto chama atenção não apenas pela ousadia, mas também pela forma como resgata uma tecnologia que marcou época nas pistas de competição. Enquanto fabricantes investem em eletrônica avançada ... Ler mais

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A Yamaha R6 voltou aos holofotes em uma transformação que desafia os padrões da indústria e reacende a paixão dos fãs das motos esportivas mais extremas. O projeto chama atenção não apenas pela ousadia, mas também pela forma como resgata uma tecnologia que marcou época nas pistas de competição.

Enquanto fabricantes investem em eletrônica avançada e motores cada vez mais eficientes, uma empresa decidiu seguir o caminho oposto.

O resultado é uma máquina exclusiva que combina o chassi de uma das supersports mais famosas do mundo com uma configuração mecânica praticamente extinta nas motos modernas.

Mas o que torna essa criação tão especial? E por que ela está sendo considerada uma das motos mais radicais já construídas?

A transformação que mudou completamente a Yamaha R6

A responsável pela conversão é a BRC Racing, empresa canadense especializada em projetos de alta performance. Em vez de utilizar o tradicional motor quatro cilindros da Yamaha R6, a companhia desenvolveu um novo conjunto mecânico especificamente para esta aplicação.

O propulsor escolhido é um bicilíndrico em V de 105 graus com 589 cm³ e funcionamento em dois tempos. Trata-se de uma configuração rara atualmente, principalmente em motos esportivas de grande desempenho.

Além disso, o motor foi desenvolvido do zero para se encaixar perfeitamente na estrutura da R6, preservando as características que transformaram a motocicleta em uma referência mundial nas categorias Supersport.

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Potência de superbike com peso de moto de corrida

Se o visual impressiona, os números conseguem ser ainda mais impactantes. Segundo as estimativas divulgadas pela preparadora, a moto entrega entre 150 e 160 cavalos de potência. Na prática, isso coloca o projeto no mesmo nível de diversas superbikes modernas equipadas com motores de mil cilindradas.

Entretanto, o aspecto mais impressionante está no peso. A versão modificada pesa menos de 140 kg em ordem de marcha. Como comparação, isso representa uma redução próxima de 45 kg em relação à Yamaha R6 original.

Consequentemente, a relação peso-potência alcança níveis extremamente agressivos, oferecendo acelerações e respostas muito acima da maioria das motos esportivas disponíveis atualmente.

Comparativo entre a Yamaha R6 original e a BRC R600V2

CaracterísticaYamaha R6 OriginalBRC R600V2
Motor4 cilindros em linhaV2 dois tempos
Cilindrada599 cm³589 cm³
PotênciaAproximadamente 118 cv150 a 160 cv
PesoCerca de 185 kgMenos de 140 kg
Configuração4 tempos2 tempos

Herança direta das lendárias motos de GP500

A escolha por um motor dois tempos não aconteceu por acaso. Na verdade, o projeto busca recriar a experiência das históricas motocicletas de 500 cilindradas que dominaram o Mundial de Motovelocidade antes da chegada da MotoGP moderna.

Por isso, a entrega de potência continua extremamente explosiva. Além disso, o som característico e o cheiro típico dos motores dois tempos permanecem presentes, elementos que até hoje despertam nostalgia entre os apaixonados por competição.

Dessa forma, a BRC conseguiu unir tecnologia atual com características que marcaram uma das eras mais emocionantes das corridas de motocicletas.

Engenharia inteligente preserva o comportamento da R6

Um dos aspectos mais interessantes do projeto está na integração do novo motor ao conjunto original da motocicleta.

Em vez de modificar profundamente o chassi, os engenheiros desenvolveram o propulsor para utilizar os mesmos pontos de fixação da Yamaha R6.

Graças a essa solução, a estrutura principal de alumínio foi mantida praticamente intacta. Como resultado, a moto preserva a agilidade, a precisão nas curvas e o equilíbrio que fizeram da R6 uma das supersports mais respeitadas do mercado.

Além disso, a adaptação ficou menos complexa e mais eficiente do ponto de vista técnico.

Componentes utilizados no projeto

SistemaConfiguração
AlimentaçãoCarburadores Keihin
Controle de escapeServomotores eletrônicos
Redução de vibraçãoEixo balanceiro
TransmissãoCâmbio original Yamaha

Os carburadores foram mantidos para preservar o comportamento clássico dos motores dois tempos. Enquanto isso, os servomotores eletrônicos ajudam a otimizar o fluxo dos gases de escape em diferentes rotações.

Já o eixo balanceiro reduz vibrações excessivas, melhorando o refinamento e o controle durante a pilotagem.

Exclusividade deve limitar o acesso ao projeto

Até o momento, a BRC Racing não revelou o preço oficial da BRC R600V2. No entanto, considerando o desenvolvimento exclusivo do motor, os componentes especiais e o baixo volume de produção esperado, tudo indica que o valor ficará restrito a colecionadores e entusiastas dispostos a investir pesado em uma máquina única.

Ainda assim, a proposta vai muito além do preço. Para muitos motociclistas, trata-se da oportunidade de experimentar uma moto moderna com a alma das antigas máquinas de competição que marcaram gerações.

A Yamaha R6 transformada pela BRC Racing mostra que ainda existe espaço para projetos capazes de desafiar tendências e resgatar emoções do passado.

Com motor V2 dois tempos, potência próxima de uma superbike e peso extremamente reduzido, a criação canadense se posiciona como uma das motos mais radicais já desenvolvidas. Para os fãs de velocidade pura, ela representa uma rara combinação entre nostalgia, engenharia e desempenho extremo.

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Nova KTM 390 chega em breve ao Brasil enquanto marcas chinesas ganham espaço https://portalsuarotina.com/nova-ktm-390-chega-em-breve-ao-brasil-enquanto-marcas-chinesas-ganham-espaco/ https://portalsuarotina.com/nova-ktm-390-chega-em-breve-ao-brasil-enquanto-marcas-chinesas-ganham-espaco/#respond Thu, 11 Jun 2026 02:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20575 A Nova KTM 390 está prestes a desembarcar no mercado brasileiro em um momento de intensa transformação no segmento de motocicletas de média cilindrada. Enquanto fabricantes tradicionais buscam reforçar sua presença no país, novas concorrentes vindas da China ampliam participação e elevam o nível da disputa. Nesse cenário, consumidores encontram cada vez mais opções equipadas ... Ler mais

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A Nova KTM 390 está prestes a desembarcar no mercado brasileiro em um momento de intensa transformação no segmento de motocicletas de média cilindrada. Enquanto fabricantes tradicionais buscam reforçar sua presença no país, novas concorrentes vindas da China ampliam participação e elevam o nível da disputa.

Nesse cenário, consumidores encontram cada vez mais opções equipadas com tecnologia avançada, motores mais eficientes e propostas voltadas tanto para viagens quanto para o uso urbano.

Além disso, a chegada de novos modelos promete aquecer ainda mais uma categoria que se tornou uma das mais disputadas do mercado nacional.

KTM prepara ofensiva no segmento aventureiro

A KTM confirmou a chegada da nova geração da 390 Adventure ao Brasil. O modelo será comercializado pela rede da marca no país e surge como uma alternativa para motociclistas que procuram uma trail moderna, com foco tanto em estrada quanto em percursos fora do asfalto.

Inicialmente, a motocicleta será oferecida em duas versões distintas. De um lado, a 390 Adventure X aposta em uma configuração mais voltada para o uso diário e viagens. Por outro, a 390 Adventure R foi desenvolvida para quem busca desempenho superior em terrenos mais exigentes.

Dessa forma, a fabricante austríaca amplia sua atuação em uma categoria que vem crescendo rapidamente no Brasil.

O que muda na Nova KTM 390?

Embora as versões tenham propostas diferentes, ambas compartilham o mesmo conjunto mecânico. O motor monocilíndrico LC4c possui 399 cm³ e entrega 46 cavalos de potência, além de torque de 3,97 kgfm. O propulsor trabalha em conjunto com um câmbio de seis velocidades.

Além disso, a motocicleta conta com embreagem assistida e deslizante, recurso que melhora as reduções de marcha e aumenta a segurança durante a pilotagem.

Em algumas configurações, o modelo também oferece quickshifter bidirecional, permitindo trocas de marcha sem o uso da embreagem.

Versão X prioriza conforto e praticidade

A KTM 390 Adventure X foi desenvolvida para motociclistas que utilizam a moto principalmente em áreas urbanas e rodovias.

Entre os destaques estão:

  • Roda dianteira de 19 polegadas;
  • Roda traseira de 17 polegadas;
  • Suspensão sem regulagem;
  • Painel LCD;
  • Sistema ABS com modo off-road.

Entretanto, a versão abre mão de alguns equipamentos presentes na configuração mais sofisticada, como controle de tração e modos de pilotagem.

Versão R aposta em capacidade off-road

Já a KTM 390 Adventure R chega com uma proposta mais voltada ao uso em trilhas e terrenos irregulares.

Para isso, a moto recebe:

  • Roda dianteira de 21 polegadas;
  • Roda traseira de 18 polegadas;
  • Suspensão totalmente ajustável;
  • Painel TFT colorido de 5 polegadas;
  • Controle de tração;
  • Modos de pilotagem Street e Off-road;
  • ABS configurável para diferentes tipos de terreno.

Consequentemente, a versão R se posiciona como a opção mais completa da linha.

Bajaj fortalece presença da KTM no Brasil

A expansão da KTM acontece com o suporte da Bajaj, empresa que atualmente controla a fabricante austríaca.

Atualmente, a marca conta com uma rede exclusiva de concessionárias no Brasil. Contudo, existe a expectativa de integração futura com pontos de venda compartilhados da própria Bajaj.

Apesar dessa aproximação comercial, a KTM deverá manter operação independente, preservando seus processos de vendas, atendimento e pós-venda.

Assim, a estratégia busca aumentar a presença nacional sem comprometer a identidade da marca.

Concorrência cresce com a chegada das motos chinesas

Ao mesmo tempo em que a Nova KTM 390 se prepara para chegar às lojas, fabricantes chinesas seguem ampliando espaço no mercado brasileiro.

Nos últimos anos, essas empresas passaram a investir em produtos mais sofisticados, oferecendo tecnologia embarcada e preços competitivos.

CFMOTO ganha destaque entre as aventureiras

A principal rival da KTM nesse momento é a CFMOTO, que recentemente lançou a Ibex 450 no Brasil.

O modelo chegou com preço sugerido de R$ 35.990 e rapidamente passou a chamar atenção entre os fãs de motos aventureiras.

Com isso, a disputa entre KTM, CFMOTO e Royal Enfield promete ficar ainda mais intensa.

Zontes aposta em tecnologia como diferencial

A Zontes vem conquistando espaço graças ao elevado nível de equipamentos oferecidos em seus modelos.

Scooters e motocicletas da marca contam com recursos que normalmente aparecem em categorias superiores, tornando a fabricante uma das chinesas mais observadas atualmente.

Haojue busca mercado de entrada

Enquanto isso, a Haojue concentra seus esforços em motos de menor cilindrada.

Modelos como DR 160, Master Ride e NK 150 disputam diretamente clientes de marcas tradicionais, oferecendo bom pacote de equipamentos e preços competitivos.

Voge mira o segmento premium

Outra fabricante que vem ganhando visibilidade é a Voge. A marca chegou ao Brasil apostando em motocicletas mais sofisticadas, incluindo big trails e scooters de alta cilindrada, com o objetivo de competir em segmentos dominados por fabricantes europeias e japonesas.

Yadea aposta na eletrificação

Por sua vez, a Yadea representa o avanço das motos elétricas no país. Líder global nesse segmento, a fabricante começou a expandir suas operações no Brasil e busca atrair consumidores interessados em mobilidade sustentável.

Nova KTM 390 chega em momento estratégico

A chegada da Nova KTM 390 acontece em um dos períodos mais competitivos já vistos no mercado brasileiro de motocicletas. Enquanto a fabricante austríaca aposta em desempenho e tradição no universo off-road, marcas chinesas ampliam investimentos e apresentam produtos cada vez mais tecnológicos.

Como resultado, os consumidores passam a ter mais opções na categoria de média cilindrada, tornando a disputa entre as fabricantes ainda mais equilibrada nos próximos meses.

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Ibex 450 enfrenta Himalayan 450: qual aventureira faz mais sentido comprar? https://portalsuarotina.com/ibex-450-enfrenta-himalayan-450-qual-aventureira-faz-mais-sentido-comprar/ https://portalsuarotina.com/ibex-450-enfrenta-himalayan-450-qual-aventureira-faz-mais-sentido-comprar/#respond Thu, 11 Jun 2026 01:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20573 Ibex 450 e Himalayan 450 disputam espaço em um dos segmentos mais aquecidos do mercado de motos no Brasil. Com propostas voltadas para viagens, estradas de terra e uso misto, os dois modelos chamam atenção por características bastante distintas, mesmo mirando o mesmo público. Enquanto uma aposta em desempenho superior e eletrônica avançada, a outra ... Ler mais

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Ibex 450 e Himalayan 450 disputam espaço em um dos segmentos mais aquecidos do mercado de motos no Brasil. Com propostas voltadas para viagens, estradas de terra e uso misto, os dois modelos chamam atenção por características bastante distintas, mesmo mirando o mesmo público.

Enquanto uma aposta em desempenho superior e eletrônica avançada, a outra tenta conquistar motociclistas com uma fórmula baseada em custo-benefício e praticidade. Porém, quando os números são colocados lado a lado, qual delas realmente faz mais sentido comprar?

A seguir, veja um comparativo completo entre as duas aventureiras que vêm movimentando o mercado nacional.

Preço pode ser o fator decisivo para muitos compradores

Antes de analisar motor, tecnologia ou capacidade off-road, é impossível ignorar o valor cobrado pelas fabricantes.

A Royal Enfield Himalayan 450 chega ao mercado brasileiro com preço inicial de R$ 30.990. Já a CFMoto Ibex 450 desembarca custando R$ 39.990.

Portanto, a diferença gira em torno de R$ 9 mil, valor suficiente para cobrir equipamentos de viagem, acessórios ou até parte do seguro da motocicleta.

Além disso, para quem busca a melhor relação entre investimento e entrega, a Himalayan larga com uma vantagem importante.

Motor mais potente coloca a Ibex 450 em destaque

Se o objetivo é desempenho, a situação muda completamente. A Ibex 450 utiliza um moderno motor bicilíndrico de 449 cm³, capaz de gerar aproximadamente 44 cv. Como resultado, oferece funcionamento mais suave, melhor resposta em velocidades elevadas e maior conforto em viagens longas.

Por outro lado, a Himalayan 450 utiliza um propulsor monocilíndrico de 452 cm³, com cerca de 40 cv de potência.

Embora tenha números menores, o conjunto da Royal Enfield recebeu elogios justamente pela entrega de torque e pela evolução em comparação com a geração anterior.

Bicilíndrico ou monocilíndrico?

Na prática, cada configuração atende um perfil diferente. O bicilíndrico da Ibex tende a trabalhar com menos vibração e maior refinamento em rodovias. Entretanto, o monocilíndrico da Himalayan oferece simplicidade mecânica e boa força em baixas rotações.

Dessa forma, quem percorre grandes distâncias em asfalto pode preferir a Ibex. Já quem prioriza versatilidade e manutenção mais simples pode enxergar vantagens na Himalayan.

Tecnologia mostra que as duas estão alinhadas com o mercado

Atualmente, equipamentos eletrônicos são cada vez mais valorizados pelos motociclistas. Nesse quesito, ambas chegam bem preparadas.

A Ibex 450 oferece:

  • Painel TFT colorido;
  • Conectividade com smartphone;
  • Controle de tração;
  • Modos de pilotagem;
  • ABS ajustável.

Enquanto isso, a Himalayan 450 responde com:

  • Tela TFT circular;
  • Navegação integrada;
  • Conectividade para celular;
  • Sistema ABS configurável;
  • Interface moderna para viagens.

Consequentemente, nenhuma delas fica devendo em tecnologia. A escolha acaba sendo mais uma questão de preferência do que de superioridade técnica.

Fora do asfalto, a disputa fica ainda mais equilibrada

As duas motos nasceram com DNA aventureiro. Por isso, tanto a Ibex quanto a Himalayan foram desenvolvidas para enfrentar estradas ruins, trechos de terra e percursos de longa distância.

A Himalayan 450 mantém a tradição da família criada pela Royal Enfield para explorar regiões remotas. Além disso, sua ciclística privilegia estabilidade e conforto durante jornadas extensas.

Já a Ibex 450 aposta em um conjunto moderno, incluindo suspensões de longo curso e roda dianteira de 21 polegadas, característica bastante valorizada pelos praticantes de off-road.

Assim, quando o assunto é aventura, as duas entregam desempenho convincente e mostram capacidade para encarar diferentes tipos de terreno.

Rede de concessionárias pesa a favor da Royal Enfield

Um ponto frequentemente ignorado durante a compra é o suporte pós-venda. Nesse aspecto, a Royal Enfield leva vantagem.

A marca conta atualmente com cerca de 50 concessionárias espalhadas pelo Brasil, oferecendo maior facilidade para revisões, peças e assistência.

Enquanto isso, a CFMoto segue ampliando sua presença nacional. Apesar do crescimento recente, sua rede ainda está em fase de expansão.

Por essa razão, motociclistas que moram longe dos grandes centros podem encontrar mais tranquilidade na estrutura já consolidada da Royal Enfield.

Comparativo rápido: Ibex 450 x Himalayan 450

Moto Royal Enfield Himalayan 450
Royal Enfield Himalayan – Foto: divulgação
ItemIbex 450Himalayan 450
Preço inicialR$ 39.990R$ 30.990
Potência44 cv40 cv
MotorBicilíndricoMonocilíndrico
Painel TFTSimSim
ConectividadeSimSim
Aptidão off-roadAltaAlta
Rede de concessionáriasEm expansãoCerca de 50 lojas

Afinal, qual aventureira vale mais a pena?

A resposta depende diretamente das prioridades do comprador.

A Ibex 450 se destaca para quem procura mais potência, refinamento mecânico e um pacote eletrônico bastante completo. Além disso, seu motor bicilíndrico oferece uma experiência diferenciada em viagens rodoviárias.

Por outro lado, a Himalayan 450 apresenta uma proposta difícil de ignorar. O preço significativamente menor, a ampla rede de concessionárias e a boa capacidade off-road tornam o modelo extremamente competitivo.

Em resumo, quem busca desempenho superior pode encontrar na Ibex uma opção mais sofisticada. Entretanto, para quem valoriza custo-benefício e praticidade, a Himalayan continua sendo uma das escolhas mais interessantes entre as aventureiras de média cilindrada disponíveis atualmente.

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Yamaha aposta em eletrônica de ponta e BMW surpreende com scooter inteligente https://portalsuarotina.com/yamaha-aposta-em-eletronica-de-ponta-e-bmw-surpreende-com-scooter-inteligente/ https://portalsuarotina.com/yamaha-aposta-em-eletronica-de-ponta-e-bmw-surpreende-com-scooter-inteligente/#respond Thu, 11 Jun 2026 00:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20569 A Yamaha e BMW estão movimentando o setor de duas rodas com projetos que mostram caminhos bem diferentes para o futuro da mobilidade. Enquanto uma fabricante investe pesado em desempenho, precisão e recursos eletrônicos para competição, a outra aposta em soluções inéditas para transformar a circulação urbana. As novidades revelam como as marcas enxergam os ... Ler mais

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A Yamaha e BMW estão movimentando o setor de duas rodas com projetos que mostram caminhos bem diferentes para o futuro da mobilidade. Enquanto uma fabricante investe pesado em desempenho, precisão e recursos eletrônicos para competição, a outra aposta em soluções inéditas para transformar a circulação urbana.

As novidades revelam como as marcas enxergam os próximos anos do mercado. De um lado, a busca por mais performance nas pistas. Do outro, a tentativa de reinventar a experiência de pilotagem nas cidades. Os detalhes chamam atenção por trazer tecnologias que até pouco tempo pareciam distantes da realidade.

Yamaha leva tecnologia das superbikes para o motocross

A principal novidade da fabricante japonesa é a renovação da YZ250F 2027. O modelo recebeu uma série de mudanças mecânicas e eletrônicas inspiradas em tecnologias utilizadas na esportiva YZF-R1.

Entre as atualizações está o novo sistema de acionamento das válvulas de admissão por balancins, substituindo o mecanismo anterior. Além disso, a Yamaha adotou molas duplas nas válvulas para melhorar a eficiência do conjunto e reduzir perdas de potência em altas rotações.

O objetivo foi ampliar o desempenho sem comprometer a durabilidade exigida nas competições de motocross.

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Motor ficou mais forte e gira mais alto

A evolução do propulsor trouxe mudanças importantes nos componentes internos.

Os destaques incluem:

  • Taxa de compressão elevada de 13,8:1 para 14,1:1;
  • Novo pistão reforçado;
  • Virabrequim redesenhado;
  • Biela com novo sistema de rolamento;
  • Limite de giro ampliado em 700 rpm;
  • Rotor de ignição com 8% mais massa.

Com isso, a motocicleta promete respostas mais rápidas, melhor entrega de torque e maior rendimento em altas rotações.

Outro avanço relevante é a adoção da embreagem hidráulica Nissin, que substitui o tradicional acionamento por cabo. Dessa forma, o piloto passa a contar com maior precisão e menor esforço durante a pilotagem.

Eletrônica ganha papel ainda mais importante

A Yamaha também reforçou o pacote tecnológico da YZ250F. O aplicativo Yamaha YZ Power Tuner recebeu novos recursos para facilitar ajustes de controle de tração e mapas de largada. Assim, pilotos podem personalizar o comportamento da motocicleta de forma mais intuitiva.

Além disso, a marca revisou componentes como corrente de distribuição, tensionador e relações do câmbio. Consequentemente, o conjunto ficou mais eficiente e resistente para uso extremo.

Chassi revisado melhora estabilidade nas curvas

A ciclística também passou por uma ampla reformulação. A YZ250F agora utiliza a mesma plataforma estrutural adotada na YZ450F. O chassi de alumínio recebeu ajustes específicos em pontos de rigidez para melhorar a precisão nas entradas de curva e aumentar a estabilidade em alta velocidade.

As suspensões Kayaba ganharam novos componentes internos e calibrações atualizadas. Já o sistema de freio traseiro recebeu modificações significativas. O disco foi reduzido de 240 mm para 220 mm e passou a trabalhar com nova pinça Nissin.

Segundo a proposta da Yamaha, a mudança oferece uma frenagem mais progressiva e menos suscetível a travamentos.

Linha motocross 2027 também recebeu novidades

As atualizações não ficaram restritas à YZ250F. A YZ85, destinada aos pilotos mais jovens, recebeu melhorias no motor, admissão, ignição e estrutura.

Entre as mudanças estão:

  • Caixa de palhetas Moto Tassinari VForce4R;
  • Novos ajustes de carburador;
  • Recalibração do CDI;
  • Sistema YPVS revisado;
  • Volante de inércia ampliado;
  • Chassi reforçado;
  • Curso do acelerador reduzido em 12%.

Enquanto isso, modelos como YZ450F, YZ250, YZ125 e PW50 tiveram apenas atualizações visuais para a temporada 2027.

BMW registra scooter futurista com soluções inéditas

Enquanto a Yamaha aposta na evolução do motocross, a BMW chamou atenção por um projeto completamente diferente.

A fabricante alemã registrou no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o conceito Vision CE, um scooter elétrico desenvolvido para oferecer uma alternativa entre motocicleta e automóvel.

Embora o registro não confirme a venda do modelo no Brasil, a movimentação despertou interesse por envolver uma das propostas mais ousadas da marca.

Capota e cinto de segurança desafiam padrões do segmento

O Vision CE se destaca por incorporar soluções raramente vistas em veículos de duas rodas. O conceito possui uma estrutura superior que funciona como capota, protegendo o condutor contra chuva e exposição solar.

Além disso, o modelo conta com cinto de segurança integrado ao conjunto. A proposta só é possível graças à combinação com sistemas eletrônicos avançados de estabilidade.

Visualmente, o scooter apresenta linhas futuristas e um desenho bastante diferente dos modelos tradicionais encontrados atualmente no mercado.

Tecnologia permite equilíbrio mesmo parado

O recurso mais impressionante do Vision CE é a capacidade de permanecer em pé sem apoio lateral. Para isso, a BMW desenvolveu sistemas eletrônicos capazes de controlar o equilíbrio do veículo em baixas velocidades e até quando ele está completamente parado.

Na prática, a tecnologia pode facilitar manobras urbanas, deslocamentos em congestionamentos e paradas em semáforos.

Além disso, o conceito faz parte da estratégia da BMW para ampliar sua presença no segmento de mobilidade elétrica e sustentável.

O que Yamaha e BMW mostram sobre o futuro das motos?

As movimentações de Yamaha e BMW revelam duas tendências importantes do setor. Enquanto a Yamaha busca elevar o desempenho das motocicletas de competição por meio de eletrônica avançada e engenharia refinada, a BMW aposta em conceitos inovadores que podem redefinir a mobilidade urbana.

Seja nas pistas ou nas ruas, as duas fabricantes demonstram que a tecnologia será cada vez mais decisiva para o futuro do mercado de duas rodas.

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BMW prepara chegada da F 450 GS e Royal Enfield responde com nova Bullet 650 https://portalsuarotina.com/bmw-prepara-chegada-da-f-450-gs-e-royal-enfield-responde-com-nova-bullet-650/ https://portalsuarotina.com/bmw-prepara-chegada-da-f-450-gs-e-royal-enfield-responde-com-nova-bullet-650/#respond Wed, 10 Jun 2026 23:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20565 BMW e Royal Enfield voltaram a movimentar o mercado de motocicletas com duas apostas que seguem caminhos completamente diferentes. Enquanto uma marca reforça sua presença no segmento adventure, a outra amplia uma das linhagens mais tradicionais da indústria mundial. Por isso, os lançamentos despertam a atenção de motociclistas em diversos países. Nos últimos meses, a ... Ler mais

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BMW e Royal Enfield voltaram a movimentar o mercado de motocicletas com duas apostas que seguem caminhos completamente diferentes.

Enquanto uma marca reforça sua presença no segmento adventure, a outra amplia uma das linhagens mais tradicionais da indústria mundial. Por isso, os lançamentos despertam a atenção de motociclistas em diversos países.

Nos últimos meses, a disputa entre fabricantes de média cilindrada ficou ainda mais intensa. Além disso, a procura por motos versáteis e cheias de personalidade continua crescendo. Nesse cenário, BMW e Royal Enfield decidiram investir em projetos que prometem ampliar suas participações no mercado.

Embora tenham propostas distintas, os dois modelos compartilham um objetivo em comum. Afinal, ambos buscam conquistar consumidores que valorizam desempenho, tecnologia e identidade própria. Entretanto, cada fabricante aposta em características bem diferentes para alcançar esse resultado.

F 450 GS amplia a família aventureira da BMW

A BMW Motorrad iniciou uma nova etapa da expansão global da F 450 GS. Recentemente, a motocicleta começou a chegar às concessionárias do Reino Unido. Com isso, a marca demonstra que o cronograma de lançamento internacional avança rapidamente.

A novidade foi desenvolvida para ocupar uma posição estratégica dentro da família GS. Dessa forma, a fabricante pretende atrair motociclistas iniciantes e também pilotos experientes que procuram uma aventureira mais leve.

Além disso, o modelo surge como uma alternativa intermediária dentro da linha da BMW. Assim, a marca passa a oferecer uma opção entre as motos de entrada e as aventureiras de maior porte.

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Motor foi criado exclusivamente para o projeto

A F 450 GS utiliza um motor bicilíndrico paralelo de 450 cm³. O conjunto produz 48 cv de potência máxima, limite permitido para a categoria A2 da Europa.

Segundo a BMW, o propulsor foi projetado para entregar equilíbrio entre desempenho e eficiência. Além disso, a motocicleta foi pensada para oferecer facilidade de condução em diferentes tipos de terreno.

Outro destaque está no virabrequim com defasagem de 135 graus. Dessa maneira, a moto busca reproduzir características encontradas em modelos maiores da fabricante alemã.

Como resultado, a entrega de potência se torna mais linear. Ao mesmo tempo, o conjunto ganha uma sonoridade diferenciada e um comportamento mais refinado.

Peso reduzido pode ser um diferencial

A BMW informou que a F 450 GS pesa aproximadamente 178 kg. Esse número chama atenção porque coloca a motocicleta entre as mais leves do segmento. Consequentemente, a pilotagem tende a ser mais fácil tanto no trânsito urbano quanto em trajetos fora de estrada.

Por isso, o modelo pode se tornar uma opção interessante para quem procura versatilidade sem abrir mão da capacidade aventureira.

Design mantém a identidade da linha GS

Visualmente, a F 450 GS preserva elementos que fizeram sucesso em outros modelos da família. O tradicional bico frontal continua presente. Além disso, as carenagens possuem linhas angulosas que reforçam a proposta aventureira.

A inspiração na R 1300 GS também aparece na postura elevada e no conjunto visual robusto. Dessa forma, a motocicleta mantém uma forte ligação com as irmãs maiores.

Dependendo da versão escolhida, o modelo poderá receber equipamentos adicionais. Entre eles estão quickshifter, protetores de mão, modos de pilotagem extras e componentes voltados para uso off-road.

Modelo cria novo espaço dentro da linha BMW

A chegada da F 450 GS cria uma nova faixa dentro da gama adventure da BMW. Atualmente, a fabricante oferece modelos como a G 310 GS, a F 900 GS e a R 1300 GS. Nesse contexto, a novidade ocupa justamente o espaço entre as opções de entrada e as versões mais sofisticadas.

Além disso, a motocicleta passa a enfrentar concorrentes importantes. Entre elas estão a Himalayan 450, a KTM 390 Adventure e a CFMOTO Ibex 450.

No Reino Unido, o preço inicial é de 6.990 libras esterlinas. Em conversão direta, o valor fica próximo de R$ 52 mil.

Por enquanto, a BMW Motorrad Brasil ainda não confirmou a chegada do modelo ao mercado nacional. Entretanto, o avanço do lançamento internacional aumenta as expectativas dos consumidores brasileiros.

Royal Enfield aposta na evolução da Bullet

Enquanto a BMW investe em uma nova aventureira, a Royal Enfield decidiu fortalecer sua linha clássica.

A fabricante apresentou oficialmente a nova Bullet 650, considerada a versão mais potente da história do modelo. Além disso, a novidade representa um importante capítulo para uma motocicleta que está em produção contínua desde 1932.

A estreia comercial ocorreu inicialmente na Índia. No entanto, o lançamento reforça a estratégia global da marca para ampliar a presença da plataforma bicilíndrica de 650 cm³.

História da Bullet atravessa gerações

A Bullet é uma das motocicletas mais longevas do mundo. Ao longo de mais de nove décadas, o modelo recebeu diversas atualizações. Ainda assim, a Royal Enfield preservou características que ajudaram a construir sua identidade.

Além disso, a motocicleta se tornou um símbolo importante na Índia. Durante décadas, ela foi utilizada em diferentes regiões do país, inclusive por forças militares.

Com o passar dos anos, a linha recebeu melhorias como partida elétrica, novos motores e transmissões mais modernas. Agora, a versão 650 leva essa trajetória para um novo patamar.

Motor bicilíndrico traz mais potência para a clássica

A principal novidade da Bullet 650 está sob o tanque. O modelo utiliza o conhecido motor bicilíndrico paralelo de 647,95 cm³ da Royal Enfield. O conjunto entrega 47 cv de potência máxima e 5,33 kgf.m de torque.

Além disso, a motocicleta conta com transmissão de seis velocidades e embreagem assistida e deslizante. Segundo a fabricante, o objetivo não é oferecer desempenho esportivo. Em vez disso, a proposta é garantir uma condução suave, confortável e cheia de personalidade.

Por isso, a entrega de torque em baixas e médias rotações continua sendo uma das principais características do conjunto.

Visual clássico continua sendo protagonista

Mesmo com a nova mecânica, a Bullet 650 preserva a essência visual que tornou o modelo famoso. O tanque em formato de lágrima continua presente. Além disso, a motocicleta mantém o assento inteiriço, a posição de pilotagem ereta e os emblemas inspirados nos modelos históricos da marca.

Outro destaque é o sistema de iluminação full LED. Além disso, as luzes de presença fazem referência às motocicletas da década de 1950.

O pacote tecnológico também evoluiu. Dessa forma, a moto oferece painel com instrumentos analógicos e visor digital, indicador de marcha, computador de bordo e tomada USB-C.

O que esperar dos próximos passos das marcas

BMW e Royal Enfield adotaram estratégias diferentes para conquistar espaço no mercado. Ainda assim, ambas apostam em segmentos que seguem em crescimento em diversas regiões do mundo.

De um lado, a F 450 GS busca atrair consumidores que desejam uma aventureira moderna, leve e capaz de enfrentar diferentes tipos de terreno. Por outro lado, a Bullet 650 aposta na força da tradição aliada a uma mecânica mais potente.

Embora ainda não tenham lançamento confirmado no Brasil, os dois modelos já despertam interesse entre os motociclistas. Por isso, os próximos movimentos de BMW e Royal Enfield serão acompanhados de perto por quem busca novidades no universo das duas rodas.

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Bajaj assume KTM no Brasil enquanto Zontes 368G inicia produção em Manaus https://portalsuarotina.com/bajaj-assume-ktm-no-brasil-enquanto-zontes-368g-inicia-producao-em-manaus/ https://portalsuarotina.com/bajaj-assume-ktm-no-brasil-enquanto-zontes-368g-inicia-producao-em-manaus/#respond Wed, 10 Jun 2026 22:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20561 Bajaj assume KTM em um dos movimentos mais importantes do mercado de motocicletas em 2026. A mudança promete redesenhar o futuro de marcas tradicionais no país e acontece em um momento de forte transformação da indústria nacional. Ao mesmo tempo, outro anúncio movimenta o setor: um aguardado scooter começa a sair das linhas de montagem ... Ler mais

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Bajaj assume KTM em um dos movimentos mais importantes do mercado de motocicletas em 2026. A mudança promete redesenhar o futuro de marcas tradicionais no país e acontece em um momento de forte transformação da indústria nacional.

Ao mesmo tempo, outro anúncio movimenta o setor: um aguardado scooter começa a sair das linhas de montagem brasileiras e se prepara para chegar às concessionárias.

As novidades envolvem investimentos, expansão industrial e novos produtos que podem alterar o cenário competitivo nos próximos meses. Entenda o que muda para consumidores, concessionárias e fabricantes.

Bajaj assume KTM e amplia presença no mercado brasileiro

A partir de junho de 2026, a Bajaj do Brasil passa a comandar as operações comerciais da KTM no país. A mudança também inclui a Husqvarna e faz parte da reorganização global promovida pela Bajaj Auto, que recentemente assumiu o controle da fabricante austríaca.

Com isso, a subsidiária brasileira ficará responsável por áreas estratégicas como vendas, marketing, distribuição de peças, desenvolvimento da rede de concessionárias e pós-venda.

Além disso, a empresa pretende acelerar a expansão das marcas no Brasil. A expectativa é aumentar a cobertura da rede autorizada, melhorar o atendimento aos clientes e fortalecer a disponibilidade de componentes para manutenção.

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Parceria entre Bajaj e KTM ganha novo patamar

Embora a novidade represente uma mudança significativa, a relação entre as duas fabricantes não é recente.

Bajaj e KTM mantêm parceria há cerca de 18 anos, período em que desenvolveram diversos modelos voltados principalmente para mercados emergentes. Entretanto, a recente aquisição consolidou uma integração muito maior entre os grupos.

Hoje, a Bajaj controla 76% da KTM AG, grupo responsável pelas marcas KTM, Husqvarna e GASGAS. Como resultado, a fabricante indiana passa a ter papel decisivo na estratégia global das marcas europeias.

Enquanto isso, KTM prepara nova estrutura industrial em Manaus

Paralelamente à mudança administrativa, a KTM também prepara uma nova fase de produção no Brasil. A empresa confirmou a criação de uma fábrica própria em Manaus, dedicada exclusivamente às motocicletas KTM e Husqvarna. A unidade funcionará de forma independente da operação industrial da Bajaj, mesmo pertencendo ao mesmo grupo empresarial.

A transferência da produção em regime CKD acontecerá gradualmente. Segundo o cronograma divulgado, a nova estrutura deve iniciar suas atividades nos próximos meses.

Dessa forma, a KTM pretende ampliar sua capacidade produtiva e ganhar mais autonomia para crescer no mercado nacional.

Modelos off-road lideram a nova etapa

Inicialmente, a estratégia terá foco nos segmentos off-road e aventureiro. Entre os modelos confirmados estão as motocicletas de motocross 250 SX-F e 450 SX-F, além das versões de enduro 250 EXC-F, 350 EXC-F 6 Days, 300 EXC e 300 EXC 6 Days.

Por outro lado, a Husqvarna também reforçará sua linha com a chegada das FE 350 e TE 300 Pro.

No segmento adventure, a KTM já confirmou a chegada das novas 390 Adventure R, 390 Adventure X e da aguardada 790 Adventure R.

Zontes 368G inicia produção nacional e se aproxima das lojas

Enquanto a Bajaj reorganiza a operação da KTM, outra novidade surge em Manaus. A Zontes confirmou o início da fabricação nacional da 368G na planta da JTZ. O primeiro lote do scooter já foi produzido e está em fase final de preparação antes da distribuição para as concessionárias brasileiras.

A chegada das unidades às lojas deve acontecer nos próximos dias, marcando oficialmente a estreia do modelo no mercado nacional.

Scooter aposta em proposta inédita na categoria

A Zontes 368G chega com uma configuração pouco comum entre os scooters vendidos no Brasil. A fabricante classifica o modelo como um scooter de proposta dual purpose, capaz de atender tanto o uso urbano quanto percursos em estradas de terra e pisos irregulares.

Para reforçar essa característica, a moto utiliza roda dianteira raiada de 17 polegadas e roda traseira de 14 polegadas, ambas equipadas com pneus sem câmara.

Além disso, a distância livre do solo é de 180 mm, valor superior ao encontrado na maioria dos scooters convencionais.

Motor de 39 cv e pacote tecnológico chamam atenção

Um dos destaques da Zontes 368G está no conjunto mecânico. O modelo utiliza um motor monocilíndrico de 367,6 cm³ com arrefecimento líquido, capaz de gerar 39 cv a 7.500 rpm e torque de 4 kgf.m a 6.000 rpm.

A transmissão é automática CVT e a velocidade máxima declarada pela fabricante chega a 135 km/h.

Além do desempenho, o scooter oferece uma lista robusta de equipamentos:

  • Controle de tração;
  • Modos de pilotagem Touring e Sport;
  • Controle de velocidade de cruzeiro;
  • Painel TFT colorido;
  • Iluminação Full LED;
  • Tomada USB;
  • ABS de dois canais;
  • Protetores de mão;
  • Para-brisa ajustável.

O tanque de combustível tem capacidade para 17,5 litros, enquanto o peso em ordem de marcha é de 198 kg.

Quanto custa a Zontes 368G?

A Zontes já abriu a pré-venda do modelo no Brasil. O preço público sugerido é de R$ 45.800, sem incluir frete ou taxas adicionais.

A marca aposta na combinação entre tecnologia, desempenho e versatilidade para conquistar espaço em um segmento cada vez mais competitivo.

Mercado de motos vive momento de transformação

A notícia de que a Bajaj assume KTM e o início da produção nacional da Zontes 368G mostram como o mercado brasileiro de motocicletas vive uma fase de expansão e renovação.

De um lado, KTM e Husqvarna ganham uma nova estrutura para acelerar o crescimento no país. De outro, a Zontes amplia sua presença com um produto diferenciado e fabricado em Manaus.

Nos próximos meses, os consumidores deverão sentir os efeitos dessas mudanças com mais opções, novas tecnologias e uma disputa ainda mais intensa entre as fabricantes.

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A Zontes 368G está cada vez mais próxima de desembarcar nas concessionárias brasileiras. Nos últimos meses, o modelo se transformou em um dos lançamentos mais aguardados do segmento, principalmente por apresentar uma proposta diferente da maioria dos scooters disponíveis atualmente.

Agora, uma nova etapa foi concluída e, consequentemente, a chegada ao mercado nacional está ainda mais próxima.

Embora a marca já tivesse revelado diversos detalhes do produto, muitos consumidores aguardavam a confirmação de quando as primeiras unidades começariam a ser produzidas no país. Além disso, existia expectativa sobre o cronograma de distribuição para as lojas brasileiras. Agora, esse cenário começa a ganhar definição.

Produção em Manaus aproxima lançamento do mercado brasileiro

A fabricante confirmou que as primeiras unidades da Zontes 368G já foram produzidas na fábrica da JTZ, localizada em Manaus (AM). Dessa forma, o modelo entra oficialmente em uma nova fase de sua trajetória no Brasil.

Segundo a empresa, o primeiro lote já está em processo final de preparação. Assim, a expectativa é que os exemplares sejam enviados para a rede de concessionárias nos próximos dias.

Além disso, a produção nacional reforça a estratégia da marca de ampliar sua participação no mercado brasileiro. Ao mesmo tempo, a iniciativa pode contribuir para melhorar a disponibilidade do modelo e fortalecer o pós-venda da fabricante.

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Proposta mistura conforto urbano e espírito aventureiro

Enquanto muitos scooters são desenvolvidos exclusivamente para o uso nas cidades, a Zontes 368G segue uma proposta diferente. Nesse sentido, o projeto foi pensado para oferecer versatilidade tanto no asfalto quanto em terrenos irregulares.

Por isso, o modelo adota soluções normalmente encontradas em motocicletas aventureiras. Como resultado, o scooter ganha características que ampliam sua capacidade de enfrentar diferentes tipos de percurso.

Rodas maiores ajudam a encarar diversos terrenos

Um dos principais destaques está no conjunto ciclístico. A Zontes 368G utiliza roda raiada de 17 polegadas na dianteira e roda raiada de 14 polegadas na traseira. Além disso, os pneus são do tipo sem câmara, solução que aumenta a praticidade em caso de reparos.

Outro diferencial importante é a distância mínima do solo de 180 mm. Enquanto scooters convencionais costumam apresentar medidas menores, a configuração da 368G favorece a passagem por lombadas, valetas e trechos de terra.

Motor entrega desempenho acima da média da categoria

Se o visual chama atenção, o conjunto mecânico também não fica atrás. A Zontes 368G utiliza um motor monocilíndrico de 367,6 cm³ com arrefecimento líquido. Além disso, o propulsor desenvolve 39 cv de potência a 7.500 rpm e torque máximo de 4 kgf.m a 6.000 rpm.

Dessa maneira, o scooter se posiciona entre os modelos mais potentes de sua categoria no mercado brasileiro.

Recursos eletrônicos elevam a experiência de pilotagem

Além da potência, a fabricante investiu em um pacote tecnológico bastante completo.

Entre os principais equipamentos disponíveis estão:

  • Controle de tração;
  • Acelerador eletrônico;
  • Modos de pilotagem Touring e Sport;
  • Cruise control;
  • Transmissão automática CVT.

Além disso, a velocidade máxima declarada é de 135 km/h. Portanto, o modelo também oferece desempenho suficiente para viagens e deslocamentos em rodovias.

Equipamentos reforçam caráter premium do modelo

A lista de itens de série é outro ponto que merece destaque. Primeiramente, a Zontes 368G conta com iluminação totalmente em LED. Além disso, o scooter traz painel TFT colorido, entrada USB e para-brisa com ajuste manual.

Por outro lado, a fabricante também adicionou equipamentos voltados para proteção e praticidade. Entre eles estão os protetores de mão e a grade de proteção do radiador.

Além disso, o sistema de freios possui ABS de dois canais, aumentando a segurança durante a pilotagem.

Tanque grande amplia potencial para viagens

Outro aspecto que chama atenção é a capacidade do tanque de combustível. A Zontes 368G possui reservatório para 17,5 litros. Dessa forma, o modelo pode oferecer uma autonomia interessante para quem pretende realizar deslocamentos mais longos.

Ao mesmo tempo, o scooter apresenta peso em ordem de marcha de 198 kg, característica compatível com sua proposta de maior robustez.

Quanto custa a Zontes 368G?

Atualmente, a fabricante já disponibiliza o modelo em regime de pré-venda no Brasil. O preço público sugerido é de R$ 45.800, sem incluir frete e outras despesas regionais.

Além disso, a marca oferece garantia de três anos, fator que pode representar um diferencial importante diante de alguns concorrentes.

Ficha técnica da Zontes 368G

Motor: monocilíndrico, 4 tempos, arrefecimento líquido

Cilindrada: 367,6 cm³

Potência: 39 cv a 7.500 rpm

Torque: 4 kgf.m a 6.000 rpm

Transmissão: CVT automática

Velocidade máxima: 135 km/h

Freio dianteiro: disco de 300 mm

Freio traseiro: disco de 240 mm

ABS: dois canais

Roda dianteira: 17 polegadas

Roda traseira: 14 polegadas

Tanque: 17,5 litros

Peso em ordem de marcha: 198 kg

Altura do assento: 795 mm

Distância do solo: 180 mm

Garantia: 3 anos

O que esperar da chegada da Zontes 368G

Com a produção nacional já em andamento, a Zontes 368G se aproxima das concessionárias brasileiras. Além de apostar em um motor potente, o modelo combina tecnologia, equipamentos modernos e uma proposta diferenciada para o segmento.

Dessa forma, a marca espera conquistar consumidores que buscam um scooter capaz de ir além do uso urbano tradicional e, ao mesmo tempo, oferecer conforto e versatilidade no dia a dia.

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MotoGP: Márquez brilha na Hungria e Di Giannantonio é operado após queda https://portalsuarotina.com/f1-gasly-ignorou-avisos-da-alpine-racing-bulls-celebra-melhor-resultado-do-ano/ https://portalsuarotina.com/f1-gasly-ignorou-avisos-da-alpine-racing-bulls-celebra-melhor-resultado-do-ano/#respond Wed, 10 Jun 2026 11:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20498 A semana da MotoGP começou com novidades importantes dentro e fora das pistas. Fabio Di Giannantonio precisou ser submetido a um procedimento cirúrgico para tratar a lesão sofrida no GP da Catalunha, mas a expectativa é que o italiano esteja apto para disputar a próxima etapa do campeonato na República Tcheca. Enquanto isso, Marc Márquez ... Ler mais

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A semana da MotoGP começou com novidades importantes dentro e fora das pistas.

Fabio Di Giannantonio precisou ser submetido a um procedimento cirúrgico para tratar a lesão sofrida no GP da Catalunha, mas a expectativa é que o italiano esteja apto para disputar a próxima etapa do campeonato na República Tcheca.

Enquanto isso, Marc Márquez segue sendo o principal assunto da categoria após mais uma atuação dominante no GP da Hungria.

O desempenho do espanhol recebeu elogios públicos de Gigi Dall’Igna, chefe da Ducati Corse, que destacou o retorno do piloto ao mais alto nível da MotoGP.

Di Giannantonio realiza cirurgia após acidente na Catalunha

A lesão de Fabio Di Giannantonio teve origem no acidente envolvendo Álex Márquez e Pedro Acosta durante o GP da Catalunha.

Na ocasião, destroços da moto da Gresini atingiram o piloto da VR46, provocando uma queda e causando uma lesão no quinto dedo da mão esquerda.

Desde então, o italiano vinha competindo com curativos e adaptações na luva para conseguir pilotar. Agora, porém, optou por realizar uma intervenção cirúrgica.

“Fabio Di Giannantonio foi levado ontem à tarde para um curativo cirúrgico na derme do quinto dedo da mão esquerda no Hospital Internacional UPMC Salvator Mundi, em Roma”, informou a VR46.

“O procedimento foi realizado pelo Dr. Ornelli com a meta de tratar a lesão sofrida na queda que aconteceu durante a corrida em Barcelona”, seguiu.

“O plano de recuperação prevê que o piloto da Pertamina Enduro VR46 participe normalmente do GP da Tchéquia da próxima semana”, completou.

Italiano revelou preocupação com o dedo lesionado

Durante o fim de semana em Balaton Park, Di Giannantonio já havia admitido que a lesão influenciava diretamente sua forma de pilotar.

Segundo o italiano, o medo de agravar o problema fazia com que evitasse permanecer agarrado à moto em caso de queda.

“A minha não tinha parado, ainda estava funcionando. Tive sorte”, contou Di Giannantonio ao comentar um tombo sofrido na classificação.

“Honestamente, do jeito que está o meu dedo no momento, não arriscaria manter as mãos na moto se cair. Não ligo. Se eu cair, vou pegar a moto e tentar voltar. Mas acho que meu dedo é muito mais importante”, encerrou.

Apesar das dificuldades físicas, o piloto segue ocupando a terceira colocação no campeonato, 42 pontos atrás do líder Marc Márquez.

Márquez domina na Hungria e recebe elogios da Ducati

Depois de um fim de semana complicado para a Ducati em Mugello, a fabricante italiana voltou a sorrir na Hungria graças ao domínio absoluto de Marc Márquez.

O espanhol conquistou a pole position, venceu a sprint, triunfou na corrida principal e ainda registrou as voltas mais rápidas do evento.

Para Gigi Dall’Igna, o desempenho representou mais do que uma simples vitória.

“Depois de Mugello, nos esperava Balaton Park, dois circuitos com características totalmente diferentes. Se normalmente a posição no grid e a largada já são fundamentais para administrar uma corrida, aqui isso foi ainda mais importante para evitar complicações. Foi uma corrida claramente condicionada pela largada, mas é preciso reconhecer o que aconteceu: Marc Márquez dominou um fim de semana perfeito com pole-position, vitória na sprint e triunfo na corrida principal, além das voltas mais rápidas”, escreveu.

Gigi Dall’Igna (Foto: AFP)

Chefe da Ducati destaca marca histórica

Além da vitória, Márquez alcançou um feito importante na carreira.

“Marc alcançou o centenário. São 100 vitórias na MotoGP. À frente dele agora estão apenas Giacomo Agostini e Valentino Rossi. Parabéns. É uma marca ainda mais especial porque foi conquistada em um fim de semana que sela o retorno do incansável campeão que todos conhecemos. Com esse resultado, a Ducati conquistou uma vitória que escapava desde o Japão de 2025 e também alcançou o marco de 100 triunfos na MotoGP.”

Dall’Igna também exaltou a forma como o espanhol administrou a corrida.

“Foi um fim de semana em que Marc mostrou de maneira contundente um ritmo impossível de igualar. Ele aproveitou ao máximo a pole-position e venceu do jeito que apenas ele sabe fazer.”

“Especialmente no domingo, administrou a corrida quase com perfeição, escolhendo o momento e a forma dos ataques sem forçar no início, esperando que o pneu traseiro médio atingisse a temperatura ideal para fazer a diferença na segunda metade da prova, com lucidez, determinação e um talento imenso em um duelo impressionante”, elogiou.

Ducati também valoriza Bagnaia, Lecuona e Di Giannantonio

O dirigente ainda destacou o terceiro lugar conquistado por Francesco Bagnaia.

“Pecco aproveitou os acidentes das primeiras voltas e, após uma largada pouco brilhante que o manteve longe do grupo da frente, encontrou o terceiro lugar e conseguiu mantê-lo até a bandeirada em um circuito que tradicionalmente não favorece o estilo de pilotagem dele. É um pódio que traz um impulso moral importante e se soma aos dois anteriores”, disse.

Por fim, Dall’Igna reservou elogios para Iker Lecuona e Di Giannantonio.

“Um aplauso especial para Lecuona. Escolhido para substituir Álex Márquez vindo do WSBK (Mundial de Superbike), terminou em um merecido sétimo lugar, algo que jamais poderia ser considerado garantido. Ainda mais porque não realizou nenhum teste com a moto antes da corrida. Bravo, Iker. Também merece destaque a recuperação corajosa de Di Giannantonio, que depois de se envolver no acidente da largada avançou até a 12ª posição com ritmo compatível com o pódio, demonstrando um caráter e uma determinação que valorizo muito”, concluiu.

Foto: Ducati

MotoGP retorna na República Tcheca

A próxima etapa da temporada acontece entre os dias 19 e 21 de junho, em Brno, no GP da Tchéquia.

A expectativa é que Di Giannantonio esteja recuperado para voltar à pista, enquanto Marc Márquez tentará ampliar ainda mais sua vantagem na liderança do campeonato.

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Motoboys estão na mira: motos de trabalho lideram furtos e roubos em SP https://portalsuarotina.com/motoboys-estao-na-mira-motos-de-trabalho-lideram-furtos-e-roubos-em-sp/ https://portalsuarotina.com/motoboys-estao-na-mira-motos-de-trabalho-lideram-furtos-e-roubos-em-sp/#respond Tue, 09 Jun 2026 18:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20442 As motos de trabalho seguem sendo peças fundamentais para milhares de profissionais que dependem da mobilidade urbana diariamente. No entanto, um levantamento recente mostra que esses veículos continuam despertando atenção indesejada nas ruas da Região Metropolitana de São Paulo. Embora os números gerais tenham apresentado melhora nos primeiros meses de 2026, alguns dados revelam mudanças ... Ler mais

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As motos de trabalho seguem sendo peças fundamentais para milhares de profissionais que dependem da mobilidade urbana diariamente. No entanto, um levantamento recente mostra que esses veículos continuam despertando atenção indesejada nas ruas da Região Metropolitana de São Paulo.

Embora os números gerais tenham apresentado melhora nos primeiros meses de 2026, alguns dados revelam mudanças importantes no comportamento dos criminosos. Além disso, o estudo aponta tendências que ajudam a compreender quais modelos estão mais expostos e como os crimes vêm ocorrendo.

Motos utilizadas para trabalho continuam entre as mais visadas

Mesmo com a redução das ocorrências em relação ao ano anterior, as motocicletas utilizadas por entregadores e profissionais de aplicativos permanecem entre os principais alvos.

Segundo o levantamento, os registros envolvendo motos de até 499 cilindradas caíram de 6.876 para 5.451 casos na comparação entre os primeiros trimestres de 2025 e 2026. Ainda assim, o volume permanece elevado.

Além disso, a maior parte dos modelos presentes no ranking é amplamente utilizada no trabalho diário. Dessa forma, os criminosos continuam concentrando suas ações justamente nos veículos que possuem maior circulação nas cidades.

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Honda CG mantém liderança absoluta

A Honda CG 160 aparece novamente na primeira posição entre os modelos com mais registros.

Mesmo registrando queda de aproximadamente 19% em comparação ao mesmo período do ano anterior, a motocicleta segue isolada na liderança. Afinal, trata-se de um dos modelos mais vendidos e utilizados do país.

Confira os dez modelos com mais ocorrências registradas no primeiro trimestre de 2026:

  1. Honda CG 160 – 1.968 casos
  2. Honda CG 150 – 247 casos
  3. Honda XRE 300 – 201 casos
  4. Yamaha XTZ 250 – 186 casos
  5. Yamaha Fazer 250 – 183 casos
  6. Honda CB 300 Twister – 166 casos
  7. Honda PCX 150 – 161 casos
  8. Honda NXR 160 Bros – 138 casos
  9. TVS Sport 110 – 137 casos
  10. Honda CG 125 – 126 casos

Além disso, quando os números das versões CG 160, CG 150 e CG 125 são somados, o total ultrapassa 2,3 mil ocorrências. Portanto, a família CG continua dominando o levantamento.

Novo modelo entra no radar dos criminosos

Entretanto, a principal novidade do ranking é a presença da TVS Sport 110. Nos últimos anos, esse modelo ganhou espaço principalmente entre entregadores. Isso aconteceu porque diversas empresas passaram a oferecer programas de locação voltados ao trabalho urbano.

Consequentemente, o aumento da frota pode ter contribuído para a entrada da motocicleta entre os modelos mais visados. Ao mesmo tempo, o dado sugere uma adaptação das quadrilhas às mudanças do mercado.

Por outro lado, os modelos tradicionais continuam aparecendo entre os principais alvos. Entre eles estão CG, Bros, XRE, Fazer, XTZ e PCX.

Furtos ganham espaço e roubos perdem participação

Outro ponto que chama atenção é a mudança no perfil das ocorrências. Enquanto os roubos perderam participação, os furtos passaram a representar a maior parte dos casos registrados.

Segundo o estudo, os furtos responderam por 74,35% das ocorrências durante o primeiro trimestre de 2026. Já os roubos corresponderam a 25,65%.

No mesmo período de 2025, os furtos representavam 67,52% dos registros. Portanto, houve crescimento significativo dessa modalidade.

Dessa forma, os dados indicam que os criminosos estão optando por ações que envolvem menor risco de confronto. Além disso, essa estratégia reduz a exposição durante a prática do crime.

Santo Amaro assume a liderança entre os bairros

Quando o levantamento analisa a distribuição geográfica dos casos, algumas regiões se destacam.

Santo Amaro lidera o ranking dos bairros com mais registros. Enquanto isso, áreas tradicionalmente presentes nesse tipo de estudo aparecem logo na sequência.

Os dez bairros com maior número de ocorrências foram:

  1. Santo Amaro – 117 registros
  2. Barra Funda – 80 registros
  3. Tatuapé – 74 registros
  4. Santana – 73 registros
  5. Freguesia do Ó – 61 registros
  6. Capão Redondo – 59 registros
  7. Campo Limpo – 58 registros
  8. Jardim São Luís – 54 registros
  9. Grajaú – 53 registros
  10. Área Rural – 51 registros

Além disso, a Zona Sul continua concentrando parte expressiva dos casos. Entre os destaques estão Santo Amaro, Capão Redondo, Campo Limpo, Jardim São Luís e Grajaú.

Motos de alta cilindrada apresentam cenário diferente

Enquanto as motos populares concentram a maioria dos furtos, o comportamento observado nas motocicletas acima de 500 cilindradas é diferente.

Segundo o levantamento, as ocorrências nesse segmento caíram de 669 para 406 casos. Ainda assim, a natureza dos crimes permanece distinta.

Nesse grupo, os roubos representam 64,78% dos registros. Já os furtos respondem por 35,22%. Além disso, existe uma diferença importante em relação aos dias da semana.

Nas motos de trabalho, os registros costumam se concentrar entre quarta-feira e sexta-feira. Em contrapartida, as motocicletas de alta cilindrada registram maior incidência durante os finais de semana.

Sobretudo aos domingos, o fluxo de motociclistas aumenta por causa de viagens, passeios e atividades de lazer. Consequentemente, a exposição desses veículos também cresce.

O que os números mostram para os motociclistas

Embora o total de ocorrências tenha diminuído em 2026, as motos de trabalho continuam sendo os veículos mais visados na Região Metropolitana de São Paulo.

Além disso, o levantamento mostra que os criminosos acompanham as mudanças do mercado e passam a mirar novos modelos à medida que eles ganham espaço nas ruas.

Por fim, os dados reforçam a existência de dois cenários distintos. De um lado estão as motocicletas populares utilizadas diariamente para trabalho e deslocamento urbano. Do outro, aparecem os modelos de maior valor agregado, que continuam atraindo ações mais seletivas e, muitas vezes, mais arriscadas.

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BMW surpreende ao registrar no Brasil scooter elétrico diferente de tudo que existe https://portalsuarotina.com/bmw-surpreende-ao-registrar-no-brasil-scooter-eletrico-diferente-de-tudo-que-existe/ https://portalsuarotina.com/bmw-surpreende-ao-registrar-no-brasil-scooter-eletrico-diferente-de-tudo-que-existe/#respond Tue, 09 Jun 2026 15:00:00 +0000 https://portalsuarotina.com/?p=20428 O scooter elétrico da BMW voltou a chamar atenção após um movimento pouco comum da fabricante alemã no Brasil. Sem fazer anúncios oficiais ou revelar planos concretos para o mercado nacional, a marca realizou um registro que despertou a curiosidade de quem acompanha as tendências da mobilidade urbana. Nos últimos anos, montadoras e fabricantes de ... Ler mais

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O scooter elétrico da BMW voltou a chamar atenção após um movimento pouco comum da fabricante alemã no Brasil. Sem fazer anúncios oficiais ou revelar planos concretos para o mercado nacional, a marca realizou um registro que despertou a curiosidade de quem acompanha as tendências da mobilidade urbana.

Nos últimos anos, montadoras e fabricantes de motocicletas têm investido em soluções cada vez mais ousadas para o transporte nas cidades. Algumas delas permanecem apenas como estudos de design, enquanto outras acabam servindo de base para futuros lançamentos.

Dessa vez, o projeto registrado pela BMW reúne tecnologias raramente vistas juntas em um veículo de duas rodas e apresenta uma visão bastante diferente do que conhecemos atualmente como scooter.

Um conceito que desafia os padrões da mobilidade urbana

Embora o registro tenha ocorrido no Brasil, isso não significa que o modelo será vendido por aqui. O procedimento realizado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) serve principalmente para proteger a propriedade intelectual do projeto e impedir possíveis cópias do design.

Ainda assim, o modelo chamou atenção por apresentar soluções que praticamente não existem no segmento de scooters.

Conhecido como Vision CE, o conceito foi desenvolvido para ocupar um espaço intermediário entre uma motocicleta convencional e um automóvel compacto destinado ao uso urbano.

A proposta é oferecer mais conforto e segurança sem abrir mão da praticidade necessária para enfrentar o trânsito das grandes cidades.

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Estrutura inovadora muda completamente a experiência de pilotagem

Entre os elementos que mais chamam atenção está a presença de uma cobertura superior integrada ao veículo.

Diferentemente dos scooters tradicionais, o conceito da BMW foi desenhado para proporcionar maior proteção contra chuva, vento e incidência solar. Essa característica aproxima a experiência de condução daquela encontrada em pequenos veículos urbanos fechados.

Além disso, o projeto incorpora um sistema de retenção semelhante ao utilizado em automóveis.

A presença de um cinto de segurança é algo extremamente raro em veículos de duas rodas e reforça a proposta diferenciada desenvolvida pelos engenheiros da marca alemã.

Enquanto a maioria dos scooters atuais aposta apenas em recursos eletrônicos de assistência, o Vision CE busca criar um novo conceito de segurança para deslocamentos urbanos.

Tecnologia de equilíbrio automático impressiona

Se o visual já chama atenção, o conjunto tecnológico consegue ser ainda mais surpreendente.

O conceito foi projetado para permanecer equilibrado sem a necessidade de apoio lateral. Em outras palavras, o veículo consegue ficar em pé sozinho mesmo quando está parado ou circulando em velocidades muito baixas.

Essa solução tem potencial para facilitar a vida dos usuários em situações comuns do dia a dia, como congestionamentos, semáforos e manobras em locais apertados.

Além disso, a tecnologia pode contribuir para reduzir quedas em momentos de baixa velocidade, um dos cenários mais comuns de acidentes envolvendo motocicletas e scooters urbanos.

Por isso, o sistema de autoequilíbrio é considerado um dos pontos mais inovadores do projeto.

Mobilidade elétrica também faz parte da proposta

Outro destaque importante é o conjunto de propulsão totalmente elétrico. A BMW desenvolveu o conceito como parte de sua visão para uma mobilidade mais sustentável, alinhada à crescente eletrificação do setor automotivo mundial.

Embora a fabricante não tenha divulgado detalhes completos sobre potência, autonomia ou desempenho, a proposta reforça o interesse da empresa em explorar novas formas de transporte urbano com emissão zero de poluentes.

Esse movimento acompanha uma tendência global observada tanto no mercado de automóveis quanto no segmento de duas rodas.

Registro brasileiro aumenta especulações

O aparecimento do projeto nos registros nacionais não representa uma confirmação de lançamento. Mesmo assim, o procedimento mostra que a BMW considera importante proteger o design do Vision CE em mercados estratégicos, incluindo o Brasil.

Fabricantes costumam realizar esse tipo de registro mesmo quando não há planos imediatos de comercialização. O objetivo é garantir exclusividade sobre conceitos que podem influenciar futuros produtos ou servir de inspiração para novas tecnologias.

Por esse motivo, o registro acabou reacendendo o interesse pelo projeto, que continua sendo um dos estudos mais avançados já apresentados pela marca.

O que o scooter elétrico da BMW pode representar para o futuro

O Vision CE mostra como a BMW imagina a evolução da mobilidade urbana nas próximas décadas. Capota integrada, cinto de segurança, propulsão elétrica e sistema de equilíbrio automático formam um conjunto que foge completamente dos padrões atuais do mercado.

Mesmo sem previsão de produção ou lançamento comercial, o conceito continua servindo como uma vitrine tecnológica para soluções que podem aparecer em veículos futuros.

Enquanto isso, o registro realizado no Brasil mantém viva a expectativa de que algumas dessas inovações possam, um dia, chegar mais perto dos consumidores brasileiros.

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