A CG 160 é visada para roubo no Brasil, e isso não é por acaso. O modelo da Honda aparece com frequência entre as motos mais roubadas do país.
Isso acontece principalmente por causa da alta popularidade, facilidade de revenda e forte demanda por peças no mercado paralelo.
Em 2026, mesmo com algumas melhorias em segurança e fiscalização em algumas regiões, a CG 160 continua sendo um dos principais alvos de criminosos, especialmente em grandes centros urbanos.
Por que a CG 160 está entre as mais roubadas

A explicação para o alto índice de roubos da CG 160 está diretamente ligada ao volume de unidades em circulação. Quanto mais motos nas ruas, maior a exposição ao risco.
Além disso, o modelo é amplamente utilizado para trabalho, como entregas e deslocamentos diários, o que aumenta sua presença em áreas urbanas — justamente onde os roubos são mais comuns.
Veja também:
R$ 93,5 mil: nova moto da Honda tem preço de Polo 2026
Contran emite comunicado para donos de Honda Biz
Honda XRE 300: ficha técnica completa
Outro fator decisivo é o mercado de peças. Como a CG 160 tem manutenção simples e alta demanda, seus componentes são facilmente revendidos de forma ilegal.
Dados recentes mostram cenário preocupante
Mesmo com variações regionais, o cenário nacional ainda exige atenção. Em 2025, o Brasil ultrapassou 1,6 milhão de motos emplacadas, mostrando o crescimento da frota.
Só no estado de São Paulo, foram registrados cerca de 28 mil a 31 mil casos de roubo e furto de motocicletas nos primeiros meses do ano.
Apesar de uma leve queda em algumas regiões, estados do Norte e Nordeste apresentaram aumento nos índices, indicando que o problema não está restrito a uma única área.
Ranking das motos mais visadas
A CG 160 segue liderando listas de motos mais roubadas, acompanhada por outros modelos populares.
Entre os principais alvos estão:
- Honda CG 160
- Honda CG 150
- Yamaha Fazer 250
Esse padrão se repete ano após ano, reforçando que motos com grande volume de vendas tendem a ser mais visadas.
O que torna a CG 160 um alvo fácil

Além da popularidade, existem características práticas que favorecem o crime.
A moto é leve, fácil de conduzir e permite fuga rápida no trânsito. Isso facilita ações rápidas em áreas movimentadas.
Outro ponto é a facilidade de desmontagem e reaproveitamento de peças, o que alimenta o mercado ilegal.
Diferença entre regiões: onde o risco é maior
Os maiores índices de roubo continuam concentrados em estados como:
- São Paulo
- Rio de Janeiro
- Minas Gerais
Essas regiões concentram grande parte da frota nacional e têm alta densidade urbana, o que favorece a ação de quadrilhas.
Por outro lado, cidades médias e pequenas vêm registrando crescimento nos casos, principalmente pela menor estrutura de segurança.
Como reduzir o risco de roubo da CG 160
Apesar do cenário, algumas medidas ajudam a diminuir significativamente as chances de roubo.
Investir em rastreador GPS e alarme aumenta as chances de recuperação do veículo. Estacionar em locais iluminados e monitorados também faz diferença no dia a dia.
O uso de travas físicas, como trava de disco e correntes, dificulta ações rápidas. Já o seguro contra roubo garante proteção financeira em caso de perda.
Outro ponto importante é evitar rotinas previsíveis, principalmente para quem usa a moto diariamente nos mesmos trajetos.
Vale a pena ter uma CG 160 mesmo com esse risco?
A CG 160 é visada para roubo, mas isso não significa que o modelo não vale a pena. Pelo contrário, ela continua sendo uma das motos mais confiáveis, econômicas e baratas de manter no Brasil.
O ponto principal é estar ciente do risco e adotar medidas de proteção desde o início.
Sim, a CG 160 é visada para roubo, principalmente pela sua popularidade e facilidade de revenda de peças.
Ainda assim, com cuidados básicos e investimento em segurança, é possível reduzir bastante os riscos e continuar aproveitando os benefícios de uma das motos mais usadas do país.


Deixe um comentário